"Fingir que está tudo bem, os olhos borrados, na tentativa de matar a vontade que grita, que arde. Fingir que está tudo bem enquanto o telefone não toca, a vida não gira. Fingir que está tudo bem, o coração a tilintar. Amanhã tento de novo. Desculpe tanta sede, tanta insatisfação. Amanhã, amanhã, recomeço."
- Caio F. Abreu.


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Photo postado em 17/04/2012 às 8:02pm | 1,982 notes | (reblogue this!)

Fecho os olhos e penso nas coisas como eram antes. Pensar no que era bom e que me fazia sorrir é a única forma de esquecer um pouco do rumo que as coisas tomaram. (fdug ❥)

Fecho os olhos e penso nas coisas como eram antes. Pensar no que era bom e que me fazia sorrir é a única forma de esquecer um pouco do rumo que as coisas tomaram. (fdug )

(via beatriz-favato)


Photo postado em 17/04/2012 às 7:59pm | 829 notes | (reblogue this!)


Photo postado em 17/04/2012 às 7:57pm | 4,419 notes | (reblogue this!)

“[…] A verdade é que vivia se escondendo. Escondendo quem realmente era, o que realmente sentia, e principalmente: o que tanto a machucava. Escondendo-se, principalmente, de si mesma. Se anulava o tempo todo, repreendia-se e sufocava o que doía lá pro fundo. Fugia de seus problemas dissimuladamente. Não os encarava, simplesmente virava as costas. Corria para o lado oposto cada vez que se sentia ameaçada, não importando as consequências. Tinha medo. Muito, muito medo. Medo de não sei o quê. E escondia isso. Reprimia essa sensação de estar tão vulnerável à tudo e todos. Aparentando sempre ser aquela pessoa que não ligava muito pra coisa alguma.” —(ivalentim) 

[…] A verdade é que vivia se escondendo. Escondendo quem realmente era, o que realmente sentia, e principalmente: o que tanto a machucava. Escondendo-se, principalmente, de si mesma. Se anulava o tempo todo, repreendia-se e sufocava o que doía lá pro fundo. Fugia de seus problemas dissimuladamente. Não os encarava, simplesmente virava as costas. Corria para o lado oposto cada vez que se sentia ameaçada, não importando as consequências. Tinha medo. Muito, muito medo. Medo de não sei o quê. E escondia isso. Reprimia essa sensação de estar tão vulnerável à tudo e todos. Aparentando sempre ser aquela pessoa que não ligava muito pra coisa alguma. (ivalentim) 


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(via perigoso)


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